A julgar pelo vídeo promocional que se segue, a mais recente criação da Porsche deverá ser suficiente para provocar um caso grave de «histeria» ao nível do universo do testículo. Pouco peso, muita potência e tracção traseira. Estes são os ingredientes do novo 911 GT2 RS, a nova «bomba» da marca de Estugarda que traz consigo uma estranha «etiqueta» com a inscrição "270 mil euros"...
Será que se justificam? Provavelmente, mas não será justo responder sem primeiro experimentar. Agora vou só ali dar uma voltinha e venho já...
E agora só para mandar uma pinta de «pró» da coisa, sabiam que o novo 911 GT2 RS é tão só o Porsche mais rápido de sempre, com mais 90 cavalos e menos 70kg do que o «normal» GT2? Parece que é, pelo menos foi o que li. E o que leio "costuma" ser verdade.
Adeus e que o Senhor vos acompanhe em toda a vossa vida. Menos em banhos de imersão, porque fica com a imagem embaciada. Tirando isso, Ele nunca vos vai largar.
Hoje sim! O sol tomou conta do dia. A esplanada volta-se a encher de gente, óculos escuros nas faces e umas belas minis em cima da mesa. As conversas voltam a fluir com facilidade. Os temas vão-se cruzando ao ritmo da «5th Avenue». Pelo meio surge um clip fantástico sobre como calar um técnico comercial. Nada melhor que responder na mesma moeda e deixar aqueles cérebros em água, nadando no meio de tanta "papadela".
Ora aí está a semana da queima. Ou semanas, vá lá! Nos chamados "queimódromos" passam-se sempre coisas algo estranhas. Por lá vagueiam alguns individuos à procura de muita coisa. E que muita coisa é essa? Perguntam voçês. Pois bem, passem por lá e descubram, ora essa. Mas se estão com o bico aguçado, vejam isto. Não se trata de nenhum caso tuga, nem de tão pouco de um relato videográfico extraido de um "queimódromo", mas a coisa até que se assemelha.
Quanto a este, penso que a única coisa queimada, será (apenas) o cérebro...
Peace ;)
Numa tarde virada para a nostalgia, foi-se pondo na mesa aquelas partidas que, em miudos, toda a gente delirava. Desde que a coisa se desse com os outros, pois claro. Havia uma bem típica, e que por muito incrivel que pareça, a taxa de sucesso era bem alta. Muitos eram aqueles que numa tentativa de impressionar a miuda gira do recreio, ou de mostrar quem mandava, ou mesmo no desesperado de integrar o chamado "grupinho", dava a volta ao quarteirão, vinha todo lançado, pleno de confiança, perna bem puxada atrás e...pronto! Mais um pé escangalhado, mais uma perna torcida, mais uma viagem para o hospital, mais uma semana de férias. Eram muitos, mas mesmo muitos, os casos em que acontecia e nem mesmo a tal menina gira do recreio se escapava. Vindo não se sabe bem de onde, havia sempre uma maneira de a coisa se proporcionar. Hoje, as coisas estão evoluidas. Pela força natural da evolução dos tempos, as brincadeiras são agora mais virtuais. Tudo se passa entre uma cadeira e uma mesa. Tudo se resume a um ecrã 14". Mas tudo bem. Pode-se sempre aplicar o puxão da cadeira e...pimba! Mais uma cabeça rachada. Bela infância criada no meio de tanta unha negra, dedos torcidos e muito gesso...
Fantástico espírito colectivo. Primeiro sente a relva. Fófinha como ele gosta. Depois engana o redes, o outro vêm e engana o defesa, os dois saltam, tudo à molhada...e é goooooolo! E ninguém se aleija!?
Zepéctaculo...
Que o Brasil é um país extraordinário, já sabemos.
Que as praias e tudo o que lhe advem são bastante apetecíveis, também já sabemos.
E que o "futibóu" brasileiro é fertil em peripécias? ...também.
Senão vejam:
Este senhor de nome pouco feliz, é conhecido como um "homem" com queda para uma espécie de pseudo-sensibilidade, mas agora não! Muito macho ele, e decidido. É vê-lo ali a esbracejar, e a pavoniar-se como se não houvesse amanhã. Uma maravilha. Segundo se tenta perceber no video, o objectivo de tal demonstração física, se deve ao facto do tal "homem", indignado com a situação querer tirar satisfações (físicas) do senhor do apito. Bater no arbitro portanto. Coisa de homem! Na minha opinião, dar-lhe uma palmadinha e convidá-lo para uma copo mais tarde. E de prefrência ao ritmo de uma boa ginga para abanar o pacote (que o "homem" tem já prática na matéria).