Recordo-me de numa visita recente a Paris, ter em conversa com um dos bons amigos que me acompanharam, chegado à conclusão que se fosse um sem abrigo, haveria de fazer das grelhas de exaustão de ar do metro, o meu templo do repouso diário. É quentinho, é arejado, e nunca ninguém por lá deseja passar, podendo assim nos incomodar. No entanto, facilmente trocaria esse meu templo do repouso por um monstro destes.
Arte é muita coisa, e em muita coisa se encontra a Arte, assim como com muita coisa se faz Arte. Mas esta Arte é genial. Simples, original, inteligente e com um toque de humor negro... ou não fossem os sacos de cor negra.
Finalmente, assaltaram-me o carro. Era já uma ideia antiga, e concretizou-se numa sexta-feira, destas que acontecem antes dos sábados. Era comum deixar peças de vestuário e valores pessoais (e alguns impessoais também) no banco, por debaixo ou por detrás dele, no porta-luvas, etc. Sempre achei que o meu carro merecia um assalto e por isso deveria estar sempre bem composto, caso surgissem visitas inesperadas. Não queria que alguém entrasse janela dentro e encontrasse apenas uma garrafa de plástico contorcida e um triângulo de sinalização. Acharia de muito mau gosto. Enfeitei então as costas do banco com um casaquinho novo e o porta-luvas com um disco rígido, carteira com dinheiro e documentos inerentes, alguns cd's (originais), e tudo o que um bom "amigo do alheio" anseia. Deixei ali toda uma viatura decorada, limpinha, e fui à minha vida, que havia já uma festa rouca de tanto me chamar. Volto horas depois. Esquina dobrada e encontro o meu querido automóvel com uma fractura exposta no vidro do passageiro. Sorri, enchi os pulmões de ar e gritei ao mundo a felicidade de alguém se ter lembrado de tal simpatia, e depois limpei, nervo a nervo, o puzzle de vidro temperado que jazia no banco. Sábado, nove horas da madrugada, onze graus, eu e um grande amigo, os dois feitos valentes a deslizar pela auto-estrada de janela aberta em pleno dia de tempestade com um percurso de mais de meia hora pela frente. Resultado? Nada bonito vos garanto...
Hoje, o meu carro tem uma decoração mais minimalista, mas com muito, muito bom gosto.
Peace xD
Vindo da futebolada com os amigos, sobram mazelas. Mais do que deviam, digo eu! Principalmente porque os tempos já não são de glória. Agora chego a casa a pensar no meu corpo, e de como o sinto de outra maneira. Queres correr mais, ser mais rápido, mais resistente, mas... mas simplesmente não consegues. O corpo já não responde da mesma maneira, é um facto. Agora no final da dita futebolada sinto dor. Muita. Dor daquela que inclusivamente dói. Dói-me o joelho e por consequência toda a perna se contrai. Rotura de ligamentos cruzados internos, a causa. Agora sinto-a todos os dias. Mas no fundo até ganhei uma nova aplicação. A previsão do tempo. Agora consigo saber com exactidão se vem chuva ou se vem frio. Ou se vem chuva e frio, também. É tão inteligente a minha rotura, não é? A ver se lhe consigo por a fazer o pino e a rebolar no chão como naqueles concursos de habilidades na tv.
Mas voltando à futebolada, o prazer de dar uns pontapés na bola é hoje igual ao que era. Continuo a ser um menino feliz com uma bola à frente. Mesmo que com dores no joelho, falta de velocidade e resistência... enfim, pormenores sem a mínima importância. É mesmo um bálsamo semanal aquela hora. Marcar um golo continua a ser saboroso. Fazer um bom passe, um bom corte, ver um amigo a ter um rasgo de génio, sentir a pressão e a vontade em querer ganhar... continua a saber-me bem! Por isso, todas as semanas lá vou eu de saco às costas. Na volta trago a perna direita lá dentro. Coisas da vida. É como no refrão daquela música...
Entretanto metade do meu corpo paralisou. Aguento-me então com um pulmão, uma perna a segurar o portátil e um braço esquerdo que se está a portar bem que é uma coisinha parva.
Um semi-abraço e até uma próxima.
Seja ela quando for, que eu tão cedo não me levanto daqui...
Nunca fui muito fascinado por ela. Nunca me deixei entusiasmar muito por ela. Toda a gente fala que ela é verdadeiramente espectacular. "Una cosa belissima!"! Dizem que ninguém resiste a tanto charme, a tão graciosas linhas, a tão enorme encantamento. Sempre de vermelho. Cor, aliás que lhe fica a matar. Reconheço. Mas nunca me convenceu muito. Mas como em tudo na vida, nunca se deve dizer nunca, também não consegui resistir aos seus encantos. Apareceu-me sob outras formas. Sob uma nova cor. Esta bem mais apelativa. As suas linhas continuam lá, mas desta vez mostra mais agressividade. Mais raça. Como eu gosto. E ela sabe-o bem. Quando a vi disse logo ali para mim mesmo que haveria de lhe provar um dia. Nem que seja apenas por umas horas. Mas pode ter a certeza que nessas mesmas horas iremos bater uns bons quilómetros. Só ela e eu. Só os dois, mais ninguém. Desfrutando do momento, tal como deve ser desfrutado. Hoje ela deu-me a volta, mas um dia quem lhe dá uma volta serei eu.
Os tempos são de crise. Não, não se enganaram na porta. Isto não é o jornal da noite tenham calma. Ainda não sabem que crise é esta que vos trago e já se põem a pegar em pedras!? Podia eu aparecer aqui com uma crise existencial em saber a quem iria dar os dez milhões de euros que encontrei ali à pouco e vocês apenas por ouvir a palavra crise, rachavam-me logo a cabeça ao meio e com ela lá iam os tais dez milhões. Ah gente impaciente...!
A crise que vos sirvo, embora não advenha directamente da sua parente mais famosa, a económica, é bastante potenciada com a notoriedade desta última. Uma espécie de vírus da gripe em tempos de outono. Um vírus em jeito de povo. O povo "Cara-de-Cú"!
Os cara-de-cú são um povo nómada. Ninguém sabe muito bem ao certo onde é a sua origem, mas o que se sabe é que os há em todo a parte. Não há cantinho neste mundo que não leve com um cara-de-cú a preencher a vista, o que por consequência os torna numa praga multi-nacional. Assim bem ao jeito de uma qualquer loja de franchising, uma loja assim tipo Mc'Donalds, pronto.
Os cara-de-cú tem características muito «suis generis», o que torna também um pouco mais fácil a sua identificação. Nós agradecemos. Cara-de-cú é uma espécie (em linguagem científica rostrus analius)que sofre de uma doença alérgica-psicossomática-pré-cognitiva-genética-adquirida que afecta 1 em cada 5 milhões de caras e 1 em cada 300 mil cús. Têm a sua maior incidência entre a comunidade nerd, em funcionários de repartição de finanças, em alimentadores de pombos em pré-reforma, secretárias virgens na casa dos trinta anos, super-heróis, treinadores de futebol que recebem milhões só para dizerem merda, directores de departamentos de produção, entre muitas outras classes...
Cara-de-cú utiliza muito bem a arte do contrariar. Pode até concordar com a nossa opinião, mas a sua resposta vai sempre na direcção oposta. Acompanhado claro está, de um hálito a cheirar a má educação. Cara-de-cú nunca tem culpa de nada. Cara-de-cú passa sempre a pergunta complicada para outra secção. Cara-de-cú, claro está também é sempre pago apenas para fazer um serviço, e como não é pago para mais nada, não faz esse nada que julga estar a mais. Não faz porque não sabe, porque não lhe apetece, porque não está lá para saber isso, e que chatice, tem raiva de quem o obriga a pensar no assunto. Como não saber não é resposta comestível, insiste-se. E inerente a essa insistência brotam os seus maus modos e respostas afiadas, como quando se incomoda um gato no pico da sesta.
Portugal parece ser então, uma espécie de filial do reino dos cara-de-cú. São tantos e estão em todo o lado que muitas das vezes me pergunto se não seremos nós que estaremos no reino errado. Ou mesmo no planeta errado. Não seremos nós os intrusos? Não seremos nós os alienígenas? Pois bem, o planeta dos cara-de-cú existe, e é bem aproximado do nosso...
Histórias há muitas! São como os chapéus, dizem alguns. Mas história como a que nos é comum a todos nós, não existe! Por maior que seja o nosso esforço em tentar contar esta nossa história, ela é tão extensa, complexa e recheada de detalhes que logo à partida se torna numa tarefa praticamente impossível. Por isso, resumos como este, são sempre bem editados. "Uma imagem vale mais que mil palavras", e neste caso valem por biliões, pois conseguem resumir de uma forma muito correcta todo este nosso trajecto.
Façam uma boa viajem.
Podia ser mais curta, podia! Muitos dos retalhos são aproximados uns dos outros, mas tudo isto apenas serve para demonstrar que no fundo, o prato que nos é servido é sempre o mesmo. Guerras, sexo e intrigas são ingredientes comuns em todos estes retalhos. E um outro pormenor. As mulheres! Se repararem elas aparecem sempre e apenas para nos foder e serem fodidas. Depois queixam-se que os homens não querem outra coisa. As vossas antepassadas é que nos educaram assim!
Agora vou para dentro que passados estes minutos, apercebo-me que tenho a cabeça quase a estalar. Chama-se frio. Mas frio na cabeça, está na prateleira do ridículo. Frio no nariz está noutra ainda por montar. Vou então enfiar a cabeça num balde de água quente, e sentir aquele estalar tão bonito que se sente quando se mete um cubo de gelo no chá. Ah e conto já há algum tempo com um outro estalar bem divertido. O estalar do joelho. Agora, um dos meus joelhos, de tempos a tempos, estala. Com a mesma intensidade de quem estala um dedo, só que digamos, no joelho. Muito divertido e nos dias bons dá um estalo que é uma pintarola.
Ai o corpo humano é mesmo uma diversão.
É isso, vou estalar a cabeça e o joelho ao mesmo tempo.
Futebol e Guimarães são duas das coisas mais importantes na minha vida. Quem me acompanha por cá, já o deve ter reparado. Se a primeira é um dos meus vícios, a segunda é um dos meus orgulhos! Por aqui já está tudo preparado para o embate de mais logo. Embate esse, que opõe duas equipas que são mais do que meras associações desportivas. São duas autenticas nações! Duas legiões que transpiram amor pela sua pátria, e em que os seus legionários podem trocar tudo e mais alguma coisa, menos a sua camisola. Não como uns e outros que são, basicamente, por quem ganha! Amor é isto. É estar sempre lá, para tudo o que for preciso. Principalmente nos maus momentos, e mesmo nestes não se ficam por apenas estar! Fazem questão de abanar os ossos de quem se gosta para que haja reacção. Por isso, logo à noite esperamos duas horas de grande intensidade. Duas horas impróprias para cardíacos e lunáticos. Duas horas em que com certeza as cidades param e onde podem por exemplo, dar espaço aos «domingueiros» para fazerem os seus tão característicos passeios...
(Por ser um bom trabalho da VitóriaTV - e por mais qualquer coisa - tive a necessidade de partilhar este video por aqui. Sinceramente, até é o primeiro trabalho jornalístico digno desse nome, que a recente televisão do Vitória fez até hoje. E quando assim é, penso que deve ser partilhado...)
FORÇA VITÓRIA! ATÉ OS COMEMOS! (psicologicamente, porque aqui no tasco não há violências)
(O pessoal do Porto que me perdoe mas cada um puxa pelo que gosta. Mas não se preocupem. Com certeza, alguém o fará por vós!)
Todos os anos lá vem ele todo emproado, cheio de espírto e com vontade de partir a porcelana toda, e este ano parece que gostou da vista e decidiu ficar por mais um tempo. Meio camuflado e tal, mas tem aparecido sempre. Todos os dias lá aparece, mas por umas horitas apenas. De manhã acorda tarde, preguiçoso talvez. De tarde não pára um segundo, gosta de se fazer notar e de se sentir falado. À noite desaparece sem deixar rasto, entregando-nos à mercê do seu amigo gélido que também resolveu aparecer mais cedo em vez do outro choramingas, companhia mais habitual por estas alturas. Assim um gajo fica um pouco confuso... Não é que a gente se queixe que ele apareça, bem pelo contrário até, mas é que nesta altura do ano ele já devia andar por outras paragens, deixando-nos com aquele sentimento tão nosso, tão português, a saudade! Mas aparecendo era porreiro que não nos cravasse um copo seguido de um cigarrito e mais qualquer coisa, e nem um «até amanhã, fica bem» nos espirrasse na hora da partida! No fundo, é arrogante de sua parte, pronto! Há pessoal que o sente pelo conforto e liberdade que ele proporciona, outro porque anexado a ele vem aqueles tortuosos meses que se abatem nos estudantes (como é que se chamam aqueles três meses!? ah já sei, férias!), mas eu não. Eu assisto às suas notáveis visitas através de um outro factor. A saber, a mulher.
Vou ser mais explícito: trabalho num escritório onde o ambiente está regularizado (quase) sempre à mesma temperatura o ano inteiro e onde 2/3 da sua ocupação é da espécie feminina. O último dado é para mim de facto louvável, já que me entendo (quase) tão bem com elas como com eles. Ou quase sempre, porque quando começam a falar de vernizes Channel, sapatos Louboutine tampões Evax, ou do casamento daquela amiga toda pintarola do primo que namorou com aquela vaca da enteada da sobrinha mais nova do Lopes da logística; o melhor é mesmo, fugir. Anyway, onde é que ia... ah, como a temperatura é (quase) sempre a mesma no interior do escritório, nem noto que as coisas mudam lá fora; só vejo os sinais através da mulherada que por aqui deambula. Um ombro à mostra, às vezes dois, umas pernas quase completamente à vista desarmada e até já vi alguns umbigos. A título de curiosidade: com o meu olhar de «connaisseur»consigo dizer em que estação estamos no momento. No fundo é por isso que olho para as mulheres, para saber qual é o tempo.
Mas nesta vida não é só coisas boas para nós, senhores do olhar atento! A mulher nesta temática supera o homem em larga escala, e aqui meus amigos não se ouve falar em desigualdade de direitos, pois não!? Ah pois. O homem, ser masculino (porque hoje em dia ser homem e masculino é já uma qualidade para poucos), tem de carregar um fato e gravata, dia sim, e no outro dia ora deixa lá ver... também sim! Nós homens, para podermos transpirar alguma credibilidade perante caríssimo senhor empresário - extremamente importante e milionário e que já passou férias no Dubai e mais qualquer coisa, mas que nunca teve o prazer de sujar os pés numa terra livre de poluição gananciosa - temos de andar com colarinho bem apertado e punho justo, enquanto as mulheres (essas grandes sofredoras) conseguem o mesmo «objectivo» com um vestido de seda e um decote avantajado. E tudo isto é justo? Gostava eu também de andar por aí com mais frivolidade generosa e mesmo assim ter direito a um bater de pala considerável. A mulher sofre muito na vida: é menstruações, menopausas, dar luz aos filhos, arrancar pêlos das pernas, fazer unhas e pestanas com a mesma necessidade de quem satisfaz as suas necessidade fisiológias, carregar sacos e sacos de compras todas as semanas, casar com milionários anormais... é verdade, ninguém desmente isso. Mas andar com uma amostra de tecido a cobrir o corpo e sentir uma brisa por entre outra nas pernas e não só, e mesmo assim manter um aspecto sério e profissional... deve justificar muito sofrimento. Peace xD
n.d.r. um dia saio à rua de kilt vestido e cheio de liberdade encoberta... vão ver se não saio! E até sou menino para fazer o pino e tudo. (ok, ok, eu prometo que para a próxima bebo menos absinto...)
Andava eu sossegado por aqui e por ali, e encontro uma pessoa que mostra um vídeo à gente. Eu questiono-me sobre o mesmo. Mas sendo eu um tipo curioso, porque não parar uns segundos e oferecer o benefício da dúvida ao rapaz que até costuma partilhar umas coisas porreiras. E pois bem, meus caros, ainda bem que parei. Vale a pena cada segundo que perdemos e nos deixarmos surpreender por algo que não estamos à espera.
Ain't No Sunshine (3 Sons Remix) from Yianni Mathioudakis on Vimeo.
A música é bem conhecida de todos nós. O tratamento que ela recebeu é que já algo que valha a pena investigar. É rápido. É intuitivo. É bonito de se ver e ouvir...
Investiguem que não vos faz nada mal. É capaz de vos dar uns biqueiros nas vistas devido ao tempo que passam em frente ao monitor mas isso já são contas de outro campeonato.
Peace xD
Oh pah, ando sem «tempo» para isto, pronto! Isto de ter um blog ainda dá algum trabalho, não sei se sabem. Além do mais, ninguém nos paga para virmos para aqui passar o dia, e eu quando apareço, gosto de aparecer com tempo. Com total disponibilidade. Gosto de me deixar fluir por uma conversa sem tempo nem guião. Coisa que ultimamente o tenho feito, mas por outras paragens. É bastante saudável para a mente, rodar a perspectiva de quando em vez. Mas que já lá vai algum tempo de ausência, lá isso vai - a última aparição conta já com quase tanto como... coiso! - mas eu tudo bem! Eu também não senti saudades vossas, não se preocupem. Mas já que tocaram aqui no ponto, até vos digo que esperava mais de vocês. Tanto tempo de ausência e nem uma chamadita? Um toquezito que seja!? Então como é?! Sim, é para vocês. Não olhem para o lado que estou a falar para vocês mesmo. Sim, vocês os três! Mas ok, tudo passa e tá tudo bem e eu também sou pessoa que perdoo facilmente. Não sem antes vos cortar um membro ou outro, mas perdoo! Sou um porreiro, eu também sei isso.
Mas e que tal andam as coisas? Por aqui já temos algumas novidades. Não sei se repararam!... Mas lá está, o nosso caro MD (Mete-Discos) já começou a deixar um pouco do seu toque e trouxe consigo o seu iPod para nos fazer companhia. Dar-nos música basicamente... Mas também já temos imagem aqui do tasco e tudo. Mas não se preocupem que apenas apareço eu. A vossa privacidade está salvaguardada. E também, já agora, prometo que sempre que tiver vontade, eu apareço por cá. E mesmo em algumas vezes que até pah, não tenha assim muita vontade, mas sou pessoa para aparecer e pagar um copo. Ou talvez não! Fiquemos assim na incerteza, que assim é que é bonito.
Assim sendo vou deixar este corpinho descansar, que a cabeça sei eu que não consegue. Sente-se em falta.
"E o que estás tu a fazer neste preciso momento?"
Estou aqui sentado na esplanada de pernas esticadas, porque o quentinho do portátil no colo dá-me muita alegria. Gosto especialmente quando o processador começa a fazer barulho e a tremer um bocadinho. Dou muito valor às coisas simples da vida.
Até amanhã, e o último a sair que deixe a chave debaixo do tapete.
Peace xD
n.d.r. pronto, pronto! para vos tentar compensar um pouco (ou para vos meter um pouco de nojinho) vou partilhar aqui com a malta dois momentos que tão cedo não irei esquecer, acabados de serem cravados nas paredes da memória. Momentos passados na companhia de um grande amigo, que me proporcionou um fim-de-semana em pleno! O primeiro são treze minutos de puro talento de uns camaradas que vieram de longe por nossa causa. Pelo menos gosto de pensar que foi essa a razão. Este segundo , foi uma daquelas noites em que sai uma espécie de terceiro prémio do euromilhões para os sentidos. E todos os seis, gozaram largo da situação. Sim! Eu tenho seis. Comprei um na Feira de Carcavelos este fim-de-semana...