Estes dias perguntaram aqui na tasca o que era a globalização.
Vindo lá do fundo surge uma voz rouca. Dr. Ramalho (grande homem com mestrado em vinho verde e um nome propício à poesia) responde com grande prontidão e certeza:
- Princesa Diana...
Pergunta-se em coro (bem giro este momento):
- A Diana??? (que a gente tem confiança que chegue com a Princesa)
- Então oiçam com atenção: uma princesa inglesa acompanhado pelo seu namorado egípcio, tem um acidente num túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga bêbado de whisky escocês, que era seguido por «paparazzis» italianos em motas japonesas. A Princesa foi depois tratada por um médico canadense, que sou medicamentos americanos. E isto é vos contado por um português, que adora cerveja belga, que leu a «istória» na internet usando um computador de marca coreana, que usa chips feitos em Taiwan, montado por trabalhadores do Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em camiões suecos conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por espanhóis e, finalmente vendidos a vocês por chineses, através de um site brasileiro daqueles que podes pagar em 85 prestações de 2,35 euros. Isto meus caros amigos, é GLOBALIZAÇÃO! (pura e dura)...
E pronto, bonito e bastante lúdico, não foi?
Peace ;)
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